quinta-feira, fevereiro 17, 2011

O arco-íris

Olá, eu sou o Miguel Veríssímo e vou apresentar um texto, que fiz com o Tomás Santos, sobre o arco-íris. 

Certo dia, estava um dia muito cinzento, chovia e de repente começou a fazer sol. Depois, o Mariano reparou num arco-íris que estava no céu e disse:
- Olha, está ali o arco-íris...

 Todos corremos para as janelas e a professora tirou fotografias.



E nós fizemos poemas e textos.

Aqui estão os nossos trabalhos:


A magia do arco-íris
O arco – íris tem muitas cores.


O arco-íris aparece com a chuva e o sol.


Lá ao fundo mesmo lá ao fundo de certeza que vais encontrar a magia.


O arco-íris faz-nos sentir heróis da natureza.


O arco-íris faz-nos sonhar e dá-nos muita coragem para proteger a natureza.


O arco-íris faz-nos aprender coisas sobre ele.


O arco-íris é muito grande.


O arco-íris tem sete cores.


Autores: Miguel Veríssimo e Tomás Santos.




Eu fiquei entusiasmado e quis fazer um trabalho sozinho... Como já sei de onde vem o arco-íris, porque aprendi no 1º ano com as experiências que fizemos, quero saber se vocês sabem responder também a estas perguntas:

Como acham que é o arco-íris?

Sabem onde acaba o arco-íris?


Acham que onde o arco-íris acaba há um pote de ouro?


Acham que existe um duende a guardar o pote de ouro?


Acham que quando o arco-íris acaba, ele acaba ao pé de um rio?


Têm a certeza que o arco-íris tem sete cores?


Para onde acham que vai o arco-íris quando desaparece?


Autor: Miguel.


Outros colegas também fizeram alguns trabalhos.



A poesia do arco-íris


Nós gostamos do vermelho porque achamos que é a cor principal do arco-íris.


Nós gostamos do laranja porque é mágico como as estrelas.


Nós gostamos do amarelo porque é brilhante como o sol.


Nós gostamos do azul porque é a cor do mar.


Nós gostamos do verde porque é a cor da natureza.


Nós gostamos do roxo porque é a cor do universo.


Nós gostamos do anil porque é a cor do Gil.



Autores: Tomás P. e Luís Casimiro



A Poesia do arco-íris



Arco-íris tens umas cores tão bonitas!

Lá no fundo bem lá no fundo da cor vermelha está uma abelha a fazer mel na sua colmeia.

Lá no fundo bem lá no fundo da cor laranja há uma aldeia chamada Granja.

Lá no fundo do amarelo há um grande marmelo.

Lá no fundo do azul clarinho está um lindo passarinho.

Lá no fundo do verde há um belo tapete

Lá no fundo do roxo há um belo mocho.

Lá no fundo do lilás há muita paz.

Autores: Zé Miguel e Dineia Piassab.







A poesia do arco-íris


O arco-íris tem quantas cores?


O arco-íris desaparece e vai para onde?


O arco-íris só aparece quando há chuva?


O arco-íris é bonito?


O arco-íris é grande?


O arco-íris vai à escola?


O arco-íris tem pó mágico?


De que é que o arco-íris se alimenta?


O arco-íris é inteligente?


O arco-íris tem coração?


O arco-íris gosta de perder?




Autores Filipa e Diogo




Beijinhos Muito Coloridos!

Os nossos livros preferidos

OLÁ !

Cá estamos novamente: o Zé Miguel, o Luís e o Tomás Pirata. Vamos partilhar três histórias que a professora nos contou e que nós gostamos muito.



1-A bruxa arreganhadentes

Nós gostamos muito deste livro porque havia
uma bruxa com dentes de ferro e comia crianças
e tinha um muro de ossos, tinha um nariz bicudo e vermelho. 
Eram três irmãos que não podiam ir ao bosque por causa dela, mas que não obedeceram à mãe e foram. O irmão mais novo foi mais esperto que a bruxa e eles venceram-na.







2- A verdadeira vida da formiga rabiga.

Nós gostamos desta história porque fala de  três formigas que iam comer migas com o coelho branco e encontraram a cabra cabrês. É diferente do coelhinho branco que nós já conhecíamos.





3-Ia uma barquinha...  


 Nós gostamos deste livro porque é um livro de poesia com muitas rimas e a professora fez  um  jogo para inventarmos ainda mais rimas. 

Deixamos aqui uma que todos gostamos muito:

"Ia uma barquinha carregadinha de:


bonecas, cuecas, canecas, carecas, panquecas, sonecas e...

 Esperamos que também gostem destas leituras.

Beijinhos!


quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Adivinhas ou não?

Bom dia!
Nós somos o Zé Miguel, o Luís e o Tomás Pirata  e temos Adivinhas para partilhar com vocês, para se divertirem.


 Qual é a coisa qual é ela
que tem dentes
 não é homem
mas dá de comer a quem tem fome?



Qual é a coisa qual é ela
que é branca
e depois é amarela?





Qual é a coisa qual é ela
que cai no chão
e fica amarela?




Beijinhos!

sexta-feira, janeiro 28, 2011

Animais que podemos encontrar na nossa Região

Os trabalhos sobre a Preservação da Natureza continuam. Neste momento,enquanto esperamos pela Primavera e pelo germinar das plantas que estamos a estudar, vamos conhecendo mais sobre os animais que vivem no nosso país e dos quais temos a sorte de ter alguns por este nosso Alentejo fora...

Aqui ficam, para já alguns trabalhos.

Águia real


O Gato Bravo

cao alentejano


LONTRA Coelho Bravo

JAVALI.

O lagarto


O Abutre
Esperemos que gostem.

Beijinhos e tratem bem os animais!

terça-feira, janeiro 25, 2011

Faça lá um poema...

No âmbito do concurso "Faça lá um poema", alguns de nós deitaram mãos à obra.
O resultado foram umas linhas poéticas que deixamos aqui...


A estrelinha dos mares


A estrelinha dos mares

Espalha a sua luzinha pelas águas,

A sua musiquinha suave pelas ondas,


Sobre o rio dos sapos,


Pelo mundo inteiro,


Desde a Atlântida…


…até ao fim do Universo…


É tão bela, tão bela


Que o universo trata- a por Bela,


Brilha e dança pequenina estrelinha,


Dança e brilha minha estrelinha pequenina.


Autor: Luís Casimiro
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A paisagem




A paisagem é alegre.


A paisagem é muito verde.


Às vezes faz-nos sentir como uma nuvem…


Conseguimos ver as montanhas.


Vemos os montes alegres cheios de flores.


Conseguimos ver as casas lá ao fuuuundo.


Conseguimos ver o horizonte.


A paisagem às vezes é imaginária…


é mágica…


é fantástica….

Autor - Tomás Santos

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A minha estrelinha
 


A minha estrelinha é muito brincalhona


Eu brinco com ela às escondidas,


Brinco com ela à apanhada.


Brinco com ela às casinhas


Brinco com ela até ficar cansada






Ela também trabalha muito


Lavamos a loiça,


Limpamos a casa…


E tambem contamos segredos


E com isto tudo


Eu adoro-a
Autora: Dineia Filipa

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Poema das coisas que eu gosto
 
 


Gosto da música porque tem ritmo e alma.


Gosto da Natureza porque tem magia.


Gosto dos animais porque fazem parte da nossa Natureza.


Gosto das bibliotecas para ler os livros que libertam o sonho.


Gosto da noite porque tem estelas que brilham e a lua que ilumina o céu.


Gosto de frutos porque é bom para sobrevivermos.


Gosto da escola para aprender e conviver.


Gosto do planeta terra porque é o nosso lar.


Gosto do arco-íris porque tem cores vivas.


Gosto de deus porque é o nosso pai.


Gosto do sol porque me aquece quando eu estou com frio.


Gosto do natal porque vejo quase a família toda.


Gosto dos amigos para eu não estar só.

Autor: José Miguel

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A Mãe

 



A mãe é muito amiga e carinhosa.


A mãe quando ouve música canta muito MAL.


A mãe é radiosa como o sol e o girassol.


A mãe é brincalhona e amiguinha como a Natureza.


A mãe quando ouve os passarinhos diz piu- piu.


A mão tem um pé de Cinderela…


É um pé tão suave como o amor!


O triste momento é quando ela vai para um curso


Mas eu tenho-a no coração


E não tenho medo do papão.


Autora: Filipa Ambrósio

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Esperemos que gostem!

Beijinhos!

terça-feira, janeiro 18, 2011

Palavras...

Às vezes apetece-nos ficar parados nas palavras dos poemas que lemos... às vezes apetece acarinhá-las...  guardá-las como tesouros...

Há dias lemos dois poemas do autor Álvaro Magalhães que achámos deliciosos.

O Limpa-palavras e o Brincador

Adorámos o Brincador e achámos lindíssimo o Limpa palavras... Se tivessemos de escolher um poema... ui! era muito difícil...




Depois fomos, também nós, limpar palavras, e brincar com elas...com a ajuda de dois dos versos do poema O Limpa Palavras...

A palavra pedra pesa como uma pedra.

A palavra rosa espalha o perfume no ar…




Eis o resultado:

A palavra silêncio é silenciosa como uma formiga.



A palavra mãe é muito amorosa.


A palavra macaco é brincalhona como o palhaço.


A palavra passado lembra-me quando eu era bebé.


A palavra beijo é muito amorosa.


A palavra tubarão tem dentes afiados.


A palavra extraterrestre é muito esquisita.


A palavra bola é chutada para a baliza.


A palavra parque é muito divertida.


A palavra barragem é muito funda.


A palavra chita é muito rápida.

Autor: Tomás Pirata

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A palavra cobra não gosta da obra.



A palavra Luís está sempre a mexer no nariz.


A palavra mundo não gosta do túmulo.


A palavra gato gosta do trapo.


A palavra mãe ama o pai.


A palavra cão gosta de pão.


A palavra avô gosta do arroz.


A palavra Diogo tem um piolho.


A palavra chupeta está sempre na gaveta.


A palavra Miguel brinca com o papel.


A palavra João está sempre no coração.


A palavra Tomás gosta muito do seu cartaz.


A palavra bebé é choné.


A palavra Filipa gosta da tulipa.


A palavra passarinho pica o gatinho.


Autores: Luís e Miguel


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A palavra girassol gira, gira sem parar.

Na palavra escola aprende-se muito.

A palavra sapato anda muito.

A palavra pastilha é saborosa.

Autores: Dineia e Diogo


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A palavra céu e grande como o espaço.

A palavra cocó cheira mal como uma doninha.

A palavra formiga é pequena como um parasita.

A palavra como amizade é amorosa como o amor.

A palavra pena é leve como o algodão.

A palavra mãe é bonita como uma flor.

A palavra calor é quente como o sol.

A palavra ajuda é bonita como um amigo.

A palavra raiva é má como um trovão.

A palavra morango é doce como o açúcar.

A palavra livro é amiga dos meninos.

A palavra mundo é redonda como uma bola de futebol.

A palavra jacaré chapinha como um pé.

A palavra estrela brilha como uma luz.

Autores: Filipa e Zé

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E agora deixamos aqui os poemas do autor para que se deliciem:


O limpa-palavras
 
Limpo palavras.

Recolho-as à noite, por todo o lado:

a palavra bosque, a palavra casa, a palavra flor.

Trato delas durante o dia

enquanto sonho acordado.

A palavra solidão faz-me companhia.



Quase todas as palavras

precisam de ser limpas e acariciadas:

a palavra céu, a palavra nuvem, a palavra mar.

Algumas têm mesmo de ser lavadas,

é preciso raspar-lhes a sujidade dos dias

e do mau uso.

Muitas chegam doentes,

outras simplesmente gastas, estafadas,

dobradas pelo peso das coisas

que trazem às costas.



A palavra pedra pesa como uma pedra.

A palavra rosa espalha o perfume no ar.

A palavra árvore tem folhas, ramos altos.

Podes descansar à sombra dela.

A palavra gato espeta as unhas no tapete.

A palavra pássaro abre as asas para voar.

A palavra coração não pára de bater.

Ouve-se a palavra canção.

A palavra vento levanta os papéis no ar

e é preciso fechá-la na arrecadação.



No fim de tudo voltam os olhos para a luz

e vão para longe

leves palavras voadoras

sem nada que as prenda à terra,

outra vez nascidas pela minha mão:

a palavra estrela, a palavra ilha, a palavra pão.



A palavra obrigado agradece-me.

As outras, não.

A palavra adeus despede-se.

As outras já lá vão, belas palavras lisas

e lavadas como seixos do rio:

a palavra ciúme, a palavra raiva, a palavra frio.



Vão à procura de quem as queira dizer,

de mais palavras e de novos sentidos.

Basta estenderes um braço para apanhares

a palavra barco ou a palavra amor.



Limpo palavras.

A palavra búzio, a palavra lua, a palavra palavra.

Recolho-as à noite, trato delas durante o dia.

A palavra fogão cozinha o meu jantar.

A palavra brisa refresca-me.

A palavra solidão faz-me companhia.




O Brincador

Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor.

Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for.

Quero brincar de manhã à noite, seja com o que for.

Quando for grande, quero ser um brincador.

Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor.

Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer. Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar, como imagina um imaginador... A minha mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida.

E depois acrescenta, a suspirar: "é assim a vida".

Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar.

A vida é assim? Não para mim. Quando for grande, quero ser um brincador.

Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta.

Depois também, sardanisca verde que continua a rabiar mesmo depois de morta.

Na minha sepultura, vão escrever: Aqui jaz um brincador.





Beijinhos e brinquem muito!

Ah! E tratem bem as palavras...

terça-feira, janeiro 04, 2011

Conta-nos uma história...

Estamos inscritos no Concurso Conta-nos uma História... 

O acto de contar histórias desempenha um papel extremamente relevante nas aprendizagens dos alunos, quer na aquisição de conhecimentos, competências e valores, quer nas actividades de carácter mais lúdico.


O Ministério da Educação (ME), através da Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft, lança a 2ª Edição do concurso "Conta-nos uma história!" - Podcast na educação.

Esta iniciativa pretende fomentar a dinamização de projectos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo.

Vamos lá a ver o que seremos capazes de fazer...
Depois mostraremos aqui...

Beijinhos